Sinduscon prevê crescimento do Mercado imobiliário paraibano em 2020

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Os sinais de melhora do mercado imobiliário, desde o segundo trimestre de 2019, têm influenciado positivamente o setor e a expectativa do Sinduscon-JP é que este ano seja ainda melhor, levando em consideração os indicadores positivos da economia.

Essa expectativa também é reforçada pelas construtoras. Para o CEO da Alliance, Hugo Montenegro, o momento é de retomada. “Tudo parte do reequilíbrio fiscal do país. A queda histórica da taxa Selic e aumento de empregos formais (apesar de estar longe do ideal) formam um ambiente interessante para aumentar a confiança do consumidor. Esse cenário será percebido em vários setores da economia a médio prazo, inclusive no mercado imobiliário”, analisa.

Ainda na avaliação de Hugo Montenegro, o mercado de alto padrão é diferenciado e possui um ritmo próprio. “Para o nosso setor, as empresas mais consolidadas e que possuem um bom histórico de sucesso passam a ter vantagem competitiva por oferecerem menos risco ao comprador, principalmente em se tratando de imóveis adquiridos na planta. O público de alto padrão está muito atento a esses movimentos econômicos e está sempre buscando a melhor equação para seus investimentos”, afirma o CEO da Alliance.

Além disso, a capital paraibana se destaca no mercado por oferecer qualidade construtiva de alto padrão com preços mais baixos que as capitais vizinhas. “João Pessoa tem o 2º metro quadrado mais barato entre as capitais do Brasil de acordo com a pesquisa FipeZap. Isso é excelente para quem quer investir em imóveis na capital pela oportunidade de valorização. Por outro lado, os atrativos turísticos da cidade a colocam em uma posição interessante quando comparada às outras capitais”, esclarece o presidente do Sinduscon-JP, José William Montenegro Leal.

A exigência dos compradores também tem estimulado as construtoras a oferecerem produtos diferenciados sobretudo pelas vantagens e qualidade agregadas, o que é primordial no processo de retomada imobiliária. “Além de boa localização, é necessário um conceito encantador que esteja aderente às novas formas de consumo e hábitos cotidianos. Atualmente o consumidor tem hábitos diferentes do que há cinco anos, as famílias diminuíram de tamanho, a quantidade de vagas deixou de ser preponderante e vários outros fatores. Ou seja, é imperativo buscar o equilíbrio entre o que já estamos acostumados a fazer e as tendências que batem à nossa porta”, ressalta Hugo Montenegro.

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